Zagueiro do evangelismo

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Lula não liberou um só centavo para Angra

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via AntenA Cristà de rdyone@gmail.com (Rodney Eloy) em 14/01/10


Rápido na liberação de US$ 15 milhões (R$ 26,4 milhões) para as vítimas do terremoto no Haiti, o governo Lula ainda não depositou um único centavo na conta da prefeitura de Angra dos Reis (RJ) para assistências às vítimas das tragédias que mataram 52 pessoas no Estado do Rio. A informação foi confirmada pela prefeitura, que, para receber os R$ 80 milhões prometidos, precisa “apresentar projetos”.

Imagem: Internet

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O medo dos ditadores - faltou incluir um...

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A farsa do aquecimento global vai derretendo aos poucos. Mas "eles" resistem...

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via AntenA Cristà de rdyone@gmail.com (Rodney Eloy) em 20/01/10

Leiam um texto do El País. Nem vou traduzir porque é de leitura facílima. Volto em seguida:

El vicepresidente del Panel Intergubernamental de Cambio Climático (IPCC) de la ONU, Jean-Pascal van Ypersele, ha admitido que es “erróneo” el dato contenido en un informe de 2007 del organismo sobre los efectos del calentamiento global según el cual los glaciares del Himalaya desaparecerían en 2035. Ypersele ha subrayado, no obstante, que ese error no invalida las pruebas científicas de la existencia del cambio climático como consecuencia de la acción del hombre, y ha asegurado que muchos utilizarán este fallo para intentar desacreditar de nuevo al IPCC y cuestionar el calentamiento global, como ocurrió recientemente con el llamado Climategate.

A principios de diciembre, en vísperas de la cumbre del clima de Copenhague, trascendió que, tras un ataque informático, la correspondencia de científicos de la Universidad de East Anglia (Reino Unido), una de las más prestigiosas en el estudio del cambio climático, mostraba que parte de la investigación del centro estaba siendo alterada para exagerar el alcance del calentamiento. Entonces, el asunto fue denunciado por el IPCC como un intento de desacreditar a sus expertos.

“Algunas personas intentarán usar este error sobre el Himalaya para perjudicar al IPCC; pero si somos capaces de reconocer el fallo, explicarlo y modificarlo, esto reforzará la credibilidad de la institución, mostrando que estamos dispuestos a aprender de nuestros propios errores”, ha dicho Ypersele.

Según cuenta la cadena británica BBC, la afirmación de que los glaciares del Himalaya iban a desaparecer en 2035 pudo haberse originado a raíz de una entrevista en 1999 con el experto en glaciares indio Syed Hasnain, publicada en la revista New Scientist. En 2005, este dato era citado en un informe de la organización ecologista WWF, del que se hizo eco el documento de 2007 del IPCC, conocido como AR4. En éste, se afirmaba: “Los glaciares del Himalaya están disminuyendo a mayor velocidad que los de otras partes del mundo [...] La probabilidad de que desaparezcan en el año 2035 o incluso antes es muy alta”. El error podría tener su origen -indica la BBC- en un estudio de 1996 que databa el deshielo en 2350.

La afirmación del IPCC fue motivo de discusión en India en los días previos a la cumbre de Copenhague, con opiniones enfrentadas dentro del propio Gobierno sobre lo que estaba ocurriendo con el hielo del Himalaya. Ese mismo mes, diciembre, se conoció que cuatro importantes expertos en glaciales habían escrito una carta para su publicación en Science sosteniendo que el derretimiento para 2035 era imposible. “Si el grosor del hielo es de unos 200 o 300 metros, y en algunos casos de hasta 400 metros, y tú estás perdiendo hielo a un ritmo de un metro por año, o digamos mejor que doblas la cifra y pierdes dos metros al año, no vas a perder 200 metros en un cuarto de siglo”, declaró entonces a la BBC Jeffrey Kargel, de la Universidad de Arizona (EE UU). Ayer, el ministro indio de Medio Ambiente, Jairam Ramesh, pedía al IPCC que explicara el asunto, “porque el dato genera alarma y miedo”.

El autor de otra de las partes del informe objeto de la polémica, Georg Kaser, de la Universidad de Innsbruck (Austria), ha señalado a la agencia AFP que él ya advirtió del error en 2006, antes de la publicación del documento. Según el científico, “el dato era tan erróneo que no merecía discusión alguna”. “Lo dije”, ha manifestado. “Pero por una razón que ignoro, no reaccionaron”.

Comento
Como sabem, este pobre blogueiro, coitadinho!, vivia dizendo que essa história era conversa mole. E, confesso, durante um tempo, em nem procurava ler o noticiário a respeito. A minha desconfiança era tão simples, tão, digamos, literária: “A escatologia do aquecimento é uma cópia vagabunda e sem talento do Apocalipse; deve ser mentirosa”. Quando selecionei os textos de O País dos Petralhas, um amigo até sugeriu: “Elimine estes sobre o aquecimento; essa história vai durar muito tempo”. Reagi: “Que fiquem lá; meu livro só irá se tornando mais certo com o tempo”.

Depois comecei a me interessar, a pesquisar. E as teses fraudulentas me chocaram — isto é, ficava chocado com a falta de lógica das coisas que eram ditas. Pois é. O gelo está crescendo no Ártico, no Antártico, não vai desaparecer em 2035 no Himalaia, a temperatura média está em declínio… Mas vejam ali: para “eles”, nada disso nega a tese do fator antropogênico do aquecimento. Entendo.

Quanto tempo mais vai durar essa conversa? Vai longe. O aquecimento global hoje movimenta bilhões mundo afora. Tornou-se o emprego de muita gente, inclusive de muitos vigaristas no Brasil, que cobram uma fortuna para tornar uma empresa “aquecimentisticamente correta” ou para prestar assessoria de imagem a pessoas que querem ter, assim, uma espécie de selo verde na sua reputação social.

Eu sempre soube o que o mundo não iria se acabar. Por isso, não beijei a boca de quem não devia, hehe. Depois conto pra vocês uma historinha interessante sobre “aquecimento global e livro didático”.

Fonte: Reinaldo Azevedo
Imagem: Internet


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ONU teve que admitir: Himalaia não vai desaparecer!!!

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via AntenA Cristà de rdyone@gmail.com (Rodney Eloy) em 21/01/10

Alerta sobre total derretimento das geleiras até 2035 não tinha base científica, reconheceu o painel do clima

Carlos Orsi, Afra Balazina e Ap

Uma advertência da Organização das Nações Unidas (ONU) de que as geleiras do Himalaia estavam derretendo mais rapidamente do que em qualquer outro lugar do mundo e que poderiam desaparecer até 2035 está mal fundamentada cientificamente, admitiu ontem o painel do clima da ONU (IPCC).

A informação no relatório "refere-se a estimativas com poucas comprovações sobre a taxa de derretimento e a data do desaparecimento dos glaciares himalaios", disse o IPCC. "Ao escrevermos o parágrafo em questão, os padrões claros e bem estabelecidos de evidências, exigidos pelos procedimentos do IPCC, não foram aplicados corretamente."

As afirmações sobre as geleiras himalaias, parte do volumoso relatório do grupo que venceu o Prêmio Nobel em 2007 junto com o ex-vice-presidente americano Al Gore, eram pouco conhecidas até o jornal The Sunday Times dizer que a projeção parecia ser baseada em uma matéria jornalística.

Os líderes do IPCC investigam como a previsão foi parar no relatório, disse Chris Field, diretor do departamento de ecologia do Instituto Carnegie para Ciência. O painel da ONU não deu novas estimativas sobre quando os glaciares do Himalaia podem desaparecer, mas disse que "grandes perdas de glaciares e reduções na cobertura de neve nas últimas décadas devem se acelerar no decorrer do século 21".

A falha assumida pelo painel poderá será usada pelos chamados "céticos do clima" colocarem em xeque a gravidade do aquecimento global. No ano passado, eles aproveitaram a invasão dos servidores da Universidade de East Anglia, na Inglaterra, e a exposição das mensagens para dizer que dados haviam sido forjados. Não há, porém, provas concretas.

O ministro do Meio Ambiente da Índia, Jairam Ramesh, criticou o painel. "A saúde dos glaciares é causa de grande preocupação, mas a posição alarmista do IPCC de que eles poderiam derreter completamente até 2035 não foi baseada nem um pouco em evidência científica", disse ao The Times of India.

O painel do clima da ONU afirma que "o presidente, o vice-presidente e os copresidentes do IPCC lamentam a má aplicação dos procedimentos bem estabelecidos do IPCC neste caso".

FONTES DE ERROS

O 4º Relatório de Avaliação do IPCC de 2007 dizia que os glaciares do Himalaia estavam recuando mais rapidamente do que em qualquer outro lugar e, em uma nota confusa, que a área total da geleira "vai provavelmente encolher dos atuais 500 mil quilômetros quadrados para 100 mil quilômetros quadrados até o ano de 2035".

Em carta enviada à revista Science, quatro cientistas apresentaram as prováveis fontes das informações falsas. A afirmação de que as geleiras estão regredindo no Himalaia mais depressa do que em qualquer outra parte do mundo teria sido extraída de um comunicado da ONG WWF. A entidade, por sua vez, citava reportagem da revista New Scientist a respeito de um estudo "não publicado" e "que não compara a taxa de perda de gelo no Himalaia com outras geleiras". Além disso, o trecho que fala que a área total provavelmente encolherá para 100 mil quilômetros quadrados não poderia se referir ao Himalaia, cuja área de geleiras é de 33 mil quilômetros quadrados. Porém, ressaltam que os relatórios do IPCC de 2007 são "majoritariamente corretos".

Na opinião do secretário executivo da Convenção do Clima da ONU, Yvo de Boer, a credibilidade do IPCC depende do rigor com que os procedimentos são cumpridos. "Os procedimentos foram violados neste caso. Não se deve permitir que isso aconteça de novo." Ele reforça, no entanto, que "ninguém nega que as geleiras do Himalaia estejam desaparecendo rapidamente como resultado das alterações climáticas". "O que está acontecendo é comparável ao Titanic afundar-se mais lentamente que o esperado", disse.


PAINEL CIENTÍFICO

História: criado em 1988,
o painel do clima da Organização das Nações Unidas (IPCC) avalia o conhecimento existente sobre as mudanças climáticas globais. Reúne cientistas do mundo todo e já produziu quatro relatórios. Em 2007, recebeu, com o ex-vice-presidente americano Al Gore, o Prêmio Nobel da Paz

Objetivo: o IPCC não faz novas pesquisas, mas reúne dados de estudos já realizados. Todo o processo tem de ser baseado em peer-review - revisão dos pares - para evitar fraudes científicas

Críticas: ambientalistas questionam a politização do IPCC. Isso porque os resumos dos relatórios precisam ser aprovados pelos governos patrocinadores

Fonte: O Estado de S. Paulo


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Britânicos querem transformar heavy metal em religião oficial

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via AntenA Cristà de rdyone@gmail.com (Rodney Eloy) em 23/01/10

O vocalista Biff Byford, da banda inglesa de heavy metal Saxon (Foto: Kai Swillus/Divulgação/MySpace do artista)


Ideia é informar a palavra 'heavy metal' como religião no censo de 2011.Campanha lançada por revista tem até 'embaixador da paz metaleiro'.

A revista "Metal Hammer" lançou nesta semana na internet uma campanha para que o heavy metal seja oficialmente reconhecido como uma religião no Reino Unido. A ideia é que, no censo de 2011, os fãs do gênero escrevam a palavra "heavy metal" no campo em que devem informar a sua opção religiosa.

"Você é um defensor da fé? Você faz chifrinhos com mais frequência do que junta as mãos? Então você vai querer fazer parte da campanha Metal Britannia, da 'Metal Hammer', para fazer com que os poderosos saibam disso", diz o comunicado oficial da revista, que cita um verso de uma música de Ozzy Osbourne para endossar o movimento: "O rock'n'roll é a minha religião e a minha lei".

"O metal foi criado aqui, portanto deve estar nos genes do Reino Unido, eu creio", diz Byford. "No começo dos anos 80 havia um enorme número de grandes bandas e éramos todos parte do mesmo clube, seja qual fosse o nome que nos chamássemos, fosse heavy rock, rock'n'roll ou heavy metal, não fazia diferença. Tinha esse grande culto de mais de um milhão de pessoas no Reino Unido e agora está acontecendo tudo de novo! Conseguir o reconhecimento do heavy metal como um religião é um grande ato de rebeldia, não?", sugere.

Os fiéis metaleiros aproveitam para lembrar que no último censo, realizado em 2001, mais de 400 mil britânicos informaram "jedi" como a sua religião graças a uma campanha massiva realizada na internet pelos fãs da série "Star wars". No balanço final, jedi acabou sendo oficializada como a quarta religião mais popular do Reino Unido, atrás apenas do cristianismo, do islamismo e do hinduísmo.

Fonte: G1


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ABORTO SERÁ APROVADO E CRUCIFIXOS SERÃO PROIBIDOS!!!

Presidente do Brasil busca garantir aborto como “direito” e proibir crucifixos em prédios governamentais

Enorme programa legislativo sendo chamado de “golpe de Estado” não violento e “ditadura” de um partido socialista      

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina
BRASÍLIA, Brasil, 22 de janeiro de 2010 (Notícias Pró-Família) — O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva introduziu um enorme pacote de reforma legislativa no último ano de seu mandato que garantirá o aborto como “direito humano”, imporá a ideologia socialista e homossexual nas escolas e meios de comunicação e proibirá crucifixos em dependências governamentais, entre outras medidas.
O programa legislativo, que se chama Terceiro Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), estabelecerá um nível de controle sobre os meios de comunicação e propriedade privada que está sendo chamando de “golpe de Estado” não violento e “ditadura” de um partido socialista. O programa provocou protestos generalizados de instituições abrangendo desde a Igreja Católica até a liderança militar, o setor agrícola e até ministros de governo.
A liderança da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou uma declaração que “reafirma sua posição, muitas vezes manifestada, em defesa da vida e da família, e contrária à descriminalização do aborto, ao casamento entre pessoas do mesmo sexo e o direito de adoção de crianças por casais homoafetivos”.
A liderança da CNBB “rejeita, também, a criação de ‘mecanismos para impedir a ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União’, pois considera que tal medida intolerante pretende ignorar nossas raízes históricas”.

Ditadura de um partido socialista?

Se o Partido dos Trabalhadores tiver êxito em impor o pacote legislativo contido no PNDH-3, receberá amplos poderes para silenciar organizações da mídia que discordem de sua ideologia, para impor sua agenda política pró-aborto e pró-homossexualismo no país inteiro e para minar os direitos de propriedade privada. Os abrangentes poderes propostos pelo governo levaram pelo um proeminente jornalista do Brasil a falar de “ditadura” de um partido.  
Por exemplo, o programa trata o assassinato de bebês em gestação como “direito humano” a ser protegido pelo Estado. A Diretiva 9 inclui “Apoiar a aprovação do projeto de lei que descriminaliza o aborto, considerando a autonomia das mulheres para decidir sobre seus corpos”. 
A diretiva também ordena a criação de “campanhas e ações educativas para desconstruir os estereótipos relativos às profissionais do sexo”.
“Educação e Cultura em Direitos Humanos”, o quinto “eixo” do programa, determina que as crianças desde a infância devem ser doutrinadas no conceito governamental de “direitos humanos”, o qual inclui “o estudo da temática de gênero e orientação sexual” com o propósito de “combater o preconceito, às vezes arraigado na própria família”.
A Diretiva 10 dá um golpe decisivo na tradição brasileira de mostrar crucifixos em dependências públicas, ordenando a criação de “mecanismos para impedir a ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União”.
A diretiva também propõe “Realizar campanhas e ações educativas para desconstruir os estereótipos relativos à… identidade sexual e de gênero”.
A Diretiva 19 do programa exige a criação de currículos “para todos os níveis e modalidades de ensino da educação básica” para “promover o reconhecimento e o respeito das diversidades de gênero, orientação sexual, identidade de gênero…”
As diretivas educacionais do programa terão um impacto ainda maior considerando o fato de que o governo recentemente aprovou uma emenda constitucional obrigando todas as crianças a serem enviadas para a escola a partir de 4 anos de idade.

Amplo Controle dos Meios de Comunicação e Propriedade Privada

A Diretiva 22 do PNDH-3 estabelecerá o controle estatal no conteúdo dos meios de comunicação, exigindo que as estações de rádio e TV mostrem “respeito aos Direitos Humanos nos serviços de radiodifusão (rádio e televisão) concedidos, permitidos ou autorizados, como condição para sua outorga e renovação [de suas licenças], prevendo penalidades administrativas como advertência, multa, suspensão da programação e cassação, de acordo com a gravidade das violações praticadas”.
A diretiva também determina a criação de “incentivos” para “pesquisas regulares que possam identificar formas, circunstâncias e características de violações dos Direitos Humanos na mídia”.
A Diretiva 8 propõe o uso dos meios de comunicação como porta-vozes do programa governamental de doutrinação em “direitos humanos” para jovens, determinando a “informação às crianças e aos adolescentes sobre seus direitos, por meio de esforços conjuntos na escola, na mídia impressa, na televisão, no rádio e na Internet”.
Com relação à propriedade privada, o PNDH-3 propõe que um “sistema legal” especial seja criado para a “mediação de conflitos fundiários urbanos, garantindo o devido processo legal e a função social da propriedade”. O programa usa linguagem semelhante para os conflitos de propriedade rural. De acordo com o jornal conservador espanhol El Pais, a linguagem é quase idêntica a do presidente Hugo Chavez da Venezuela, que fala do conceito de “propriedade social”.
O programa provocou choque e ameaças de demissão de elevados líderes militares por propor a criação de uma “Comissão da Verdade” para examinar crimes cometidos pelo regime militar na década de 1960 e 1970. Os líderes militares estão isentos de ações legais de tais crimes de acordo com as atuais leis brasileiras. Lula acalmou temores entre líderes militares concordando em aplicar a comissão para todas as violações de “direitos humanos”, as quais presumivelmente incluem as atividades terroristas da oposição socialista durante o mesmo período. 

Controvérsias entram em erupção no Brasil

Embora o presidente Lula tenha aquietado temores de uma perseguição socialista contra seus antigos inimigos militares, o plano continua a provocar revolta e feroz oposição dentro do Brasil.
Reinaldo Azevedo, que dirige um blog para a revista mais lida do Brasil, a Veja, diz que a proposta estabelecerá uma “ditadura” dirigida pelos camaradas do presidente Lula, chama-a de um “golpe de Estado” sem derramamento de sangue e compara o governo ao de Hugo Chavez, que está gradualmente eliminando as liberdades civis na Venezuela.
Azevedo também escreve que as propostas “extinguirão a propriedade privada no campo e nas cidades” e declara que “o Regime Militar instituído em 1964 foi mais explícito e mais modesto” em suas intenções.
Dimas Lara Resende, secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, comentou que “daqui a pouco vamos ter de demolir a estátua do Cristo Redentor”.
As associações de mídia e agricultura também levantaram a voz contra as propostas.
O presidente da Confederação Nacional da Agricultura, a senadora Kátia Abreu, disse que a criação de programas de mediação em casos em que as pessoas invadem propriedade privada incentivará a violência rural e prejudicará os direitos de proprietários de terras. Andre Meloni Nassar, diretor-geral do Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais, escreve que o programa é um “funeral para o agronegócio”.
Até mesmo o ministro da agricultura de Lula, Reinhold Stephanes, rejeitou a idéia, expressando temores de que tais medidas “aumentarão a insegurança no país” e “fortalecerão organizações radicais”.
Embora o próprio Lula tenha expressado preocupação com algumas partes do programa, ele parece determinado a defendê-lo, embora o programa ameace minar a forte popularidade de Lula em seu último de governo.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jan/10012208.html
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Julio:

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Tenho um artigo importantíssimo para vocês. O artigo está neste link:http://juliosevero.blogspot.com/2010/01/presidente-do-brasil-busca-garantir.html
Peço-lhes que reenviem esse artigo ao maior número de pessoas. Publiquem em blogs e sites. O Brasil precisa ser alertado urgentemente, pois o perigo é muito grande.
Julio Severo
www.juliosevero.com

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