Por um Brasil mais Direito >> 22 MAR 2010


http://www.vanguardapopular.com.br/images/banners/banner_grande_728_90.png

endireitar.org - ÚLTIMOS DESTAQUES
Ainda a liberdade e a ordem
Escrito por Olavo de Carvalho   

Meu artigo “Liberdade e ordem” suscitou na internet um vendaval de discussões que, se revelam uma saudável agitação de idéias, demonstram, na mesma medida, que muita confusão ainda prevalece entre os liberais e conservadores brasileiros quando tratam de acertar suas diferenças e buscar, ao menos em hipótese, uma estratégia comum.

Leia mais...

Quem avisa, amigo é
Escrito por Olavo de Carvalho   

Para além dos seus respectivos discursos padronizados de autodefinição ideológica, que nem de longe bastam para esclarecer sua verdadeira substância histórica e à vezes servem antes para camuflá-la, várias diferenças separam no Brasil a direita e a esquerda. Desde logo, esta tem uma história; aquela, não.

Leia mais...

Liberdade e ordem
Escrito por Olavo de Carvalho   

Sei que magôo profundamente os sentimentos de meus amigos liberais ao afirmar que nenhuma filosofia política séria pode tomar como princípios fundantes as idéias de "liberdade" e "propriedade" – precisamente as mais queridas dos corações liberais. Mas, sinto muito, as coisas são mesmo assim.

Leia mais...

"O PT já nasceu corrompido"
Escrito por Olavo de Carvalho   

Em entrevista concedida ao Jornal de Brasília, Olavo de Carvalho comenta a derrocada intelectual e moral do Brasil nas últimas décadas, resgata fatos da história recente do país, e destaca aspectos do modus operandi do PT: Eles também apelam à violência. Veja as mortes dos prefeitos de Santo André e de Campinas.

Leia mais...

Por trás das palavras
Escrito por Olavo de Carvalho   

Em toda política genuinamente conservadora que se observa ao longo dos tempos, a ordem divina nunca é um princípio positivo a ser "realizado", mas apenas um limite que não deve ser transposto, um critério negativo de controle e moderação das presunções humanas.

Leia mais...

Vamos trabalhar juntos?
Escrito por Klauber Cristofen Pires   

Eu vou comentar mais uma vez sobre as constantes críticas que os conservadores lançam sobre os liberais. A idéia corrente entre eles é a de que os liberais oferecem como proposta para a sociedade tão somente um plano formal de eficiência econômica, e são destituídos de coisas como valores morais ou religião.

Leia mais...

Memórias de um mártir cristão no inferno do totalitarismo
Escrito por Felipe Cherubin   

O Diário da Felicidade, de Nicolae Steinhardt (1912-1989), é uma surpresa no circuito editorial brasileiro. Afinal, por que publicar um livro de memórias de um monge ortodoxo romeno aqui desconhecido? Primeiro, porque O Diário da Felicidade é um documento histórico, esforço pessoal do monge Nicolae para preservar a dignidade humana e manifestar resistência espiritual por meio da literatura, sendo uma resposta ao fenômeno totalitário, isto é, da capacidade humana de resistir e realizar sua plenitude, mesmo diante de intensa privação. Segundo, O Diário é uma obra-prima literária que transita por uma lista infindável de autores da cultura humanística, num verdadeiro espírito de abertura intelectual. Texto confessional na tradição socrático-agostiniana, nele a preservação da memória e a confissão sincera são aspectos indissociáveis que moldaram a vida e o pensamento do monge e revelam, sobretudo, o lado mais perverso da cultura e da política romena sob o regime comunista, entre 1947 e 1989.

Leia mais...

O monge que achou a liberdade na prisão
Escrito por Antonio Gonçalves Filho e Felipe Cherubin   

O Diário da Felicidade, primeiro livro do monge ortodoxo romeno Nicolae Steinhardt publicado no Brasil, chega às livrarias para apresentar ao leitor um autor praticamente desconhecido. Steinhardt, no entanto, foi um dos pensadores mais intrigantes da cultura romena no século 20. Nascido em Bucareste, no seio de uma família judia, teve formação jurídica e logo se tornou crítico literário, manifestando profunda erudição.

Leia mais...

O PNDH-3 e o pleito de outubro
Escrito por Percival Puggina   

Sepúlveda deixou claro a quem pertence. Ele acha o Programa o máximo. Ele se escandaliza com os que se escandalizam lendo o programa. E considera abusivo que se aborde em eleições presidenciais temas como anistia, direito de propriedade, liberdade de imprensa, autonomia do judiciário, e aquilo que os norte-americanos denominam traditional values.

Leia mais...

Codinome PNDH-3
Escrito por Percival Puggina   

Se houvesse efetivo compromisso de nosso governo com democracia e direitos humanos, seus representantes não se posicionariam contra quaisquer decisões da ONU que reprovem a situação de países como Cuba e China.

Leia mais...

Modificar a sua inscriçăo
Desinscrever


Powered by Joobi

 
© endireitar.org - Os artigos podem ser reproduzidos com a devida citação da fonte

Posted via email from Blog do Lucas

Fim de uma era: James Dobson deixa Focus on the Family

Enviado para você por Lucas Santos através do Google Reader:

via Julio Severo de noreply@blogger.com (Julio Severo) em 18/03/10

Fim de uma era: James Dobson deixa Focus on the Family

Dobson chamou a recente lei federal anti-homofobia de “mal total” vindo do Congresso

Peter J. Smith
COLORADO SPRINGS, Colorado, EUA, 24 de fevereiro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Depois de 33 anos em Focus on the Family, o psicólogo Dr. James Dobson se despede na sexta feira do ministério evangélico que ele fundou, e termina sua presença no programa de rádio da organização. Mas o famoso comentarista evangélico não está abandonando a programação de rádio, pois ele anunciou planos de ter um ministério de rádio novo e independente depois de sua saída de Focus.
Jim Daly, presidente de Focus on the Family (FOTF), disse para os ouvintes do programa de rádio de FOTF na quarta-feira que “esta semana marca o término de um período de transição que provavelmente começou mais de 10 anos atrás”.
Dobson declarou que sua intenção em renunciar a tudo é dar responsabilidade para a geração mais jovem e garantir o sucesso futuro de FOTF ao não deixá-la inadvertidamente sem líder. O boletim CitizenLink, de FOTF, relata que Dobson, que está com 73 anos, se juntará a Daly no programa de rádio no final desta semana “para debaterem memórias, seu futuro e o futuro de Focus on the Family”.
Durante décadas, amigos e inimigos conheceram Dobson — que assinou a recente Declaração de Manhattan — como defensor declarado do direito à vida dos bebês em gestação, e defensor incansável da família e da instituição do casamento.
O programa de rádio de Focus on the Family gerou aproximadamente 1.5 milhão de ouvintes nos Estados Unidos e mais de 220 milhões de seguidores no mundo inteiro. Aí, Dobson fez de sua voz uma convocação para ações pró-vida e pró-família por meio de envolvimento político, inclusive com seu exemplo de oração e ministério.
“Se as pessoas de fé — as que são chamadas de eleitores de valores — não se manifestarem e expressarem sua voz, vai haver algumas implicações fortes para este país”, Dobson avisou seus ouvintes em outubro de 2006.
Dobson não teve receio algum de chamar a recente lei federal anti-homofobia de “mal total” vindo do Congresso, e avisou que normalizar as uniões de mesmo sexo é um componente necessário da estratégia dos ativistas homossexuais de tornar a homossexualidade aceitável para os jovens.
Sobre Terri Schiavo, o psicólogo evangélico denunciou que a morte dela de fome e desidratação, por ordem do tribunal, foi “um dos maiores abusos da lei na história dos EUA”.
Dobson mirou de forma especial o “violento abuso de poder que é demasiado comum entre criaturas feudais independentes conhecidas como juízes”, quando um tribunal federal invalidou como inconstitucionais as leis contra obscenidade. Ele citou o aviso do presidente Thomas Jefferson de que entregar a arbitragem de “todas as questões constitucionais” era uma idéia que “colocaria a todos nós debaixo do despotismo de uma oligarquia”.
Dobson estava também bem consciente da necessidade de uma nova geração de líderes cristãos pró-vida, e desafiou os jovens para se levantarem e corajosamente aceitarem o manto de sua própria geração de liderança.
“Quem defenderá os bebês em gestação nos anos que virão? Quem defenderá as Terri Schiavos do mundo? Quem vai lutar pela instituição do casamento, que está em situação muito vulnerável hoje?” Dobson questionou para o público da conferência dos Donos de Emissoras Religiosas Nacionais de Rádio e Televisão em março de 2008.
Em meio à transição de Dobson de Focus, ficam especulações acerca do destino da organização que ele fundou, e qual nova direção ela poderá tomar sem a influência dele.
Uma entrevista no jornal Wall Street com o presidente de FOTF Jim Daly no começo de fevereiro indicou que o ministério evangélico poderá assumir uma postura mais branda para com polêmicas questões de vida e família do que fazia Dobson.
“Não vejo mal por trás de tudo”, disse Daly. O Wall Street noticiou que Daly não se importa com os ataques estridentes de Dobson contra líderes políticos tais como o presidente Obama. Embora Dobson tenha chamado as idéias de Obama de “malucas”, o Wall Street disse que Daly prefere louvar o presidente por ter feito um evento de pais na Casa Branca.
Além disso, Daly disse para o Wall Street que embora ele e Focus continuem dedicados a acabar com o aborto de uma vez por todas, eles provavelmente não gastarão muita energia trabalhando para atingir uma proibição do aborto, mas em vez disso dedicarão mais recursos à promoção de alternativas ao aborto, tais como a adoção.
Contudo, Tom Minnery, vice-presidente sênior de Focus on the Family, garantiu em CitizenLink que Focus on the Family permanecerá fiel às diretrizes que Dobson inspirou em seu ministério.
“As colunas permanecem as mesmas”, disse ele. “Nossa dedicação à nossa causa da família, nossa dedicação à noção de que a vida é sagrada, à noção de que o casamento é um homem e uma mulher, esses pilares jamais mudarão”.
Para Dobson, o fim traz um novo começo: em dezembro, ele anunciou seu plano de apresentar um novo programa de rádio diário de 30 minutos com seu filho Ryan, chamado “James Dobson na Família”. O programa lidará com questões que incluem “casamento, criação de filhos, finanças da família, preocupações médicas e psicológicas, questões nacionais, a santidade da vida humana e o Evangelho de Jesus Cristo”.
Dobson escreveu que ele não sente que conseguiria simplesmente viver uma tranqüila vida de aposentado com sua esposa Shirley enquanto “nossa nação está enfrentando uma crise que ameaça sua própria existência”.
“Estamos num declínio moral de dimensões chocantes. Tenho perguntado para mim mesmo como posso sentar e assistir ao mundo passar sem tentar ajudar se eu puder”, declarou Dobson. “É isso o que me motiva neste tempo”.
A estréia do programa será em 3 de maio.
Leia a página de Facebook do Dr. James Dobson aqui.
Leia a cobertura anterior de LifeSiteNews.com:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/feb/10022410.html
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

Coisas que você pode fazer a partir daqui:

Posted via email from Blog do Lucas

Lula humilha Israel

Lula humilha Israel

Lula recusa depositar flores no túmulo do fundador do moderno Estado de Israel

Julio Severo
Eu fico imaginando o que aconteceria se, em visita ao Brasil, uma autoridade israelense declarasse no Congresso Nacional em Brasília gafes que humilhassem o Brasil.
Os israelenses não seriam capazes dessa descortesia. Eles são tão educados e civilizados que permitiram, como demonstração de carinho pelo povo brasileiro que representa uma grande parcela dos turistas que visitam Israel, que Lula discursasse no Parlamento de Israel.
Nada de retribuir carinho. Lula aproveitou a oportunidade para criticar Israel.
Essa foi a única visita que Lula fez a Israel. Essa, aliás, foi a única visita que um presidente brasileiro fez a Israel. As marcas deixadas são de uma ideologia doentia — que tolera tudo o que a Cuba comunista faz contra seu próprio povo, mas critica Israel por defender seu povo e sua terra.
Como se fosse pouco humilhante um presidente estrangeiro humilhar Israel em seu próprio Parlamento, Lula foi mais longe. Ele se recusou a fazer o que todos os presidentes que visitam Israel fazem: depositar flores no túmulo de Theodor Hezrl, considerado o fundador do moderno Estado de Israel.
Evidentemente, Lula deve ter ficado horrorizado, pois diferente de seu amigo Fidel Castro, que tem as mãos sujas de sangue inocente, e diferente de muitos de seus próprios assessores, ligados a grupos terroristas comunistas que derramaram sangue inocente no passado, Theodor Hezrl nunca derramou 

sangue de ninguém.

Não lhe perguntem o que ele acha de Hezrl ter tido a idéia de ajudar o Estado de Israel ressurgir dos escombros da História…
Hoje, Lula depositou flores no túmulo de Yasser Arafat, considerado o fundador do moderno Estado da Palestina, estabelecido em terras israelenses. Ele fez isso como demonstração de seu respeito e carinho.
Muito diferente de Hezrl, as mãos, os pés, a cabeça e tudo o mais de Arafat estão sujíssimos de sangue. Em seus ataques terroristas, Arafat não poupava ninguém, nem crianças de ônibus escolares, que eram explodidos pelas bombas do grupo terrorista OLP, fundado por Arafat.
No entanto, Lula sabe dissimular. Em Israel ele visitou o Museu do Holocausto, depositou flores e disse: “Nunca mais, nunca mais, nunca mais!” Daqui a dois meses, ele estará visitando Mahmoud Ahmadinejad, que nega o Holocausto: “Nunca mais o que, companheiro Lula? Aquilo nunca aconteceu!”
Ahmadinejad quer a todo custo fabricar armas nucleares. E ele não faz segredo nenhum de seu objetivo: Destruir Israel. Matar judeus.
Na agenda de Lula, não está nenhum discurso no Parlamento do Irã criticando Ahmadinejad ou a bomba para destruir Israel. Eles são amigos, e amigos merecem respeito e carinho. Fidel Castro e Hugo Chavez são testemunhas da fidelidade de Lula aos amigos.
Se em suas várias visitas a Cuba Lula nunca criticou o governo cubano, por que ele faria isso agora com o companheiro Ahmadinejad?
Se Ahmadinejad conseguir concretizar seus sonhos, Lula terá novamente a oportunidade de dissimular e depositar flores no 2º Museu do Holocausto, que terá de ser construído distante da terra de Israel, que estará então contaminada por forte radioatividade.
Lula repetirá de novo: “Nunca mais, nunca mais, nunca mais!” E Ahmadinejad lhe fará coro, acrescentando: “Israel nunca mais, nunca mais! Israel nunca mais, nunca mais!”
Versão em inglês deste artigo: Lula humiliates Israel  

Posted via email from Blog do Lucas

O que não é conservadorismo: CAPC, Libertários e Ron Paul

Enviado para você por Lucas Santos através do Google Reader:

via Julio Severo de noreply@blogger.com (Julio Severo) em 17/03/10

O que não é conservadorismo: CAPC, Libertários e Ron Paul

Don Feder
Não vou tratar do espetáculo de aberrações libertárias que a Conferência de Ação Política Conservadora (CAPC) se tornou. (“Olha a senhora barbuda promovendo gays nas forças armadas e conduzindo a guerra contra o terrorismo do jeito que os franceses lutaram na 2ª Guerra Mundial.”)
Minha intenção não é condenar o parlamentar Ron Paul — que representa para o debate político sério o que uma comédia de televisão representa para uma pesquisa filosófica.
Não vou também abordar as tentativas de Grover Norquist de tornar o movimento conservador amistoso para com a guerra santa dos islâmicos. Norquist — que é membro da diretoria da União Conservadora Americana, a organização que criou a CAPC — é padrinho do Instituto de Mercado Livre Islâmico, que no passado era um dos patrocinadores da CAPC. (Será que eles cortam nossos impostos antes ou depois de cortar nossa cabeça?)
Meu propósito é usar esses exemplos para mostrar a ignorância e a ilusão generalizada com relação a uma palavra — e é uma palavra cuja compreensão correta é essencial para a sobrevivência dos EUA — conservador.
Só o conservadorismo poderá fazer com que os EUA recuem do abismo iminente: o pesadelo do socialismo, do entreguismo, do multiculturalismo, da ciência fraudulenta e da sodomia como liberdade civil — sodomia na qual o atual presidente dos EUA está determinado a nos atirar.
Mas as imitações de conservadores que entram na batalha armados com as teorias da esquerda não conseguirão conservar nada. A CAPC de 2010 mostra a desesperança do conservadorismo de lanchonete (pegue um pouco disso e um pouco daquilo e deixe de fora o que você não quer).
GOProud, um grupo de republicanos homossexuais, se orgulhou de ser um dos patrocinadores da CAPC neste ano. Como é que um conservadorismo baseado na lei natural pode acolher atos antinaturais em seu meio?
GOProud é prova viva de quantos jovens “conservadores” se deixarão seduzir por qualquer coisa que venha embrulhada no slogan da liberdade. Mas a liberdade não é um valor absoluto. (Aqueles que não conseguem imaginar nenhum valor mais elevado estão com sérios problemas de falta de imaginação.) Deixando isso de lado, os ativistas da liberação homossexual buscam poder sobre o resto de nós.
A essência da agenda gay é a participação forçada, ridicularizando a soberania popular.
Só dá para se concretizar a tentativa de desconstruir o casamento por meio de juízes ideológicos. Atualmente, 41 estados definem o casamento como a união de um homem e uma mulher — a maioria dessas leis foi decidida pelo voto do povo. O tão chamado casamento gay é uma tentativa da elite de alterar de forma radical uma instituição que é fundamento da sociedade e ao mesmo tempo ignorar os desejos expressos de maiorias esmagadoras.
A essência dos direitos gays é doutrinar nossos filhos em condutas que fariam um médico especialista em doenças do ânus ficar engasgado. Sua essência é criminalizar opiniões divergentes por meio de leis de crimes de ódio e leis limitando o que pode e não poder ser dito. É uma agressão frontal à liberdade de expressão e à liberdade religiosa. É liberdade só no sentido de que matar bebês em gestação é direito de escolher.
Por falar em atos antinaturais, Ron Paul venceu a eleição presidencial informal da CAPC, com 31% dos votos. Sem dúvida, só um quarto dos estimados 10.000 participantes votaram. Contudo, Paul foi o favorito indiscutível daqueles que se importaram o bastante para votar. Seus lacaios — lésbicas e prostitutas nazistas sequestradas por alienígenas e forçadas a falar sobre abolir o governo federal — estavam em toda parte.
Ron (que é conhecido por dizer que quem provocou o ataque terrorista de 11 de setembro de 2001 foram os próprios Estados Unidos) — agora há um modelo para os conservadores jovens imitarem. O parlamentar de uma remotíssima galáxia crê que a legalização da heroína, cocaína e prostituição é coerente com os princípios da fundação dos EUA, conforme ele explicou numa entrevista para John Stossel da TV ABC.
Paul, que é uma espécie de Jeremiah Wright com deficiência de melanina, crê que o ataque ao World Trade Center foi uma consequência negativa das políticas americanas no Oriente Médio. Como é que ousamos negar aos islâmicos sua rica herança — matar infiéis, escravizar mulheres e propagar sua religião por meio da espada?
Paul também crê que Israel criou o Hamas, e que a Guerra Fria foi um conflito desnecessário alimentado pela paranóia. Falta-lhe ainda dizer se foi Winston Churchill quem inventou a blitzkrieg.
Fico aqui imaginando o que foi que os EUA fizeram para incitar os muçulmanos a conquistar Constantinopla em 1453, a ocupar a Grécia e os Bálcãs, a subjugar a Espanha por quase 500 anos, a perseguir cristãos coptas e outras minorias religiosas e a promover massacres de judeus que varreram a Palestina nas décadas de 1920 e 1930. Mas tenho certeza de que Paul conseguiria nos dar um resumo.
Desde seu início no sétimo século, o islamismo tem sido a versão árabe das máfias de assassinos profissionais — mas sempre há os infiéis úteis prontos para jogar sobre os EUA a culpa de todos os atos islâmicos de livre expressão.
A conferência da CAPC incluiu também vozes de criaturas humanas que não padeciam de apatia e paralisia cerebral. Marco Rubio, candidato ao Senado da Flórida, observou de forma convincente: “Permitam-me ser claro acerca de algo. Esses terroristas não estão tentando nos matar porque os ofendemos. Eles nos atacam porque querem impor sua visão do mundo em tantas pessoas quantas puderem, e os EUA estão no caminho deles”. Os americanos que estão no caminho deles se chamam conservadores.
Então, o que é um conservador? Você não achará a resposta na conferência da CAPC de 2010, que teve uma reunião intitulada “Mentiram para você: Por que os conservadores genuínos são contra a guerra contra o terrorismo”. (Isso faria de Michael Moore, George Soros e Cindy Sheehan conservadores genuínos.) Outro debate de grande “interesse” foi anunciado como — “A segurança (como na segurança nacional) leva a melhor sobre a liberdade?” (Mas como é que dá para se ter liberdade sem segurança?) — e apresentou Bob Barr, ex-parlamentar e atual simpatizante da organização esquerdista ACLU.
Vamos começar explicando o que não é um conservador:
* Um conservador não é um libertário. Um conservador valoriza a liberdade (liberdade individual); um libertário presta culto a ela como se fosse uma divindade. O único valor político que o libertário reconhece é a liberdade. O libertário é o utopista da direita. A utopia da esquerda é um governo que inclui tudo. A utopia do libertário é um governo que não existe — ou quase isso. A esquerda crê que as pessoas são anjos corrompidos pelo capitalismo. O libertário crê que as pessoas são anjos corrompidos pelo Estado. O conservador crê que os seres humanos são imperfeitos — daí, são corruptíveis.
* Um conservador não é um embriagado de direitos. Ele crê em direitos sob o equilíbrio de responsabilidades. Ele sabe que o conceito de direitos sofre muitos abusos — por exemplo, o direito de uma mulher matar seu bebê em gestação, o direito de homossexuais servirem assumidamente nas forças armadas. Quando foi que o serviço militar se tornou um direito, em vez de um dever? Um cidadão idoso tem o direito de se alistar nos fuzileiros navais?
* Os conservadores e esquerdistas crêem em direitos, mas aplicam esse conceito de forma diferente. Os conservadores querem que você tenha o direito de criar e educar seus filhos, cuidar de seu negócio, expressar suas opiniões e dispor da maior parte de sua renda. A esquerda quer lhe dar o direito de cometer suicídio, usar drogas (o que na essência é a mesma coisa) e pegar uma doença de uma prostituta. Os direitos defendidos pelos conservadores apelam de forma absoluta para a maior parte da população. Os valores defendidos pelos esquerdistas apelam de modo geral para os viciados, os Tiger Woods e aqueles que estão em busca de uma escapatória da própria existência.
* Um conservador não é reflexivamente anti-governo — ele não odeia o governo. Um conservador crê que o governo é necessário. Limitado às suas devidas funções, o governo não é um mal necessário, mas um bem inegável. Quem dirá que foi errado o governo federal lutar para libertar os escravos — ou que foi errado os EUA destruírem a Alemanha nazista e acabarem com o Holocausto? Somente quando ultrapassa suas devidas funções, o governo se torna aquilo que foi criado para coibir — assassinato, roubo e outras formas de agressão.
* No entanto, um conservador é cético com relação ao governo em sua formação atual. Quando uma república se torna um regime — quando confisca 40% dos ganhos da nação, quando regulamenta os empreendimentos comerciais ao mínimo detalhe, quando estatiza indústrias inteiras com a desculpa de salvá-las, quando aleija a produtividade para deter um mito (aquecimento global), quando hipoteca o futuro para comprar votos no presente, quando a redistribuição de riquezas substitui os valores originais dos EUA?
* Um conservador não diz: “Sou conservador nas questões econômicas, mas nas questões sociais sou moderado”. Um conservador aplica princípios fundamentais de forma coerente. Ele entende que um político que não quer defender os bebês em gestação, o casamento ou a família acabará traindo o livre mercado e o governo limitado também — daí, esse é o motivo por que o senador Arlen Specter abandonou o Partido Republicano e passou para o Partido Democrata.
* Um conservador não presta culto aos indicadores da Bolsa de Valores. Ele compreende que a liberdade e o livre mercado dependem de um alicerce moral — que não dá para se sustentar uma economia saudável sem famílias saudáveis.
* Um conservador não é nem isolacionista nem intervencionista. Ele não anseia aventuras militares nem evita ações militares limitadas hoje para prevenir uma guerra de escala total no futuro. Um conservador crê no uso de força militar quando necessário, em busca dos justos interesses nacionais dos EUA.
* Um conservador não é John McCain, que traiu a direita regularmente durante 20 anos para ganhar os aplausos da grande imprensa, que o honrava com o elogio de “político independente”. Outros que também não são conservadores são Pat Buchanan (que acha que o Terceiro Reich foi mal entendido), Ron Paul, Newt Gingrich (que crê que um conservador tem de ter fé cega e aprovar automaticamente toda besteira que o Partido Republicano oferece para cargos públicos), o falecido William F. Buckley Jr. (que se escondeu atrás de um labirinto de afirmações a fim de evitar assumir posições que pudessem indispô-lo com seus amigos da elite) e David Brooks (o conservador criado na estufa do jornal esquerdista The New York Times) cujas colunas sobre Obama durante a campanha de 2008 pareciam anotações de flerte de uma fã na época do cio.
Ao explicar o autêntico conservadorismo, minha experiência é de certa forma mais ampla e profunda do que da maioria dos apresentadores de programas de entrevistas ou palestrantes da CAPC.
Uni-me a um grupo de estudantes que faziam campanha eleitoral para o candidato presidencial Goldwater em 1963. Fui líder da organização Jovens Americanos pela Liberdade quando era a única oposição eficaz contra a Nova Esquerda, um movimento político radical ativo nas universidades. De 1966 a 1972, lutei contra infames selvagens na Universidade de Boston.
De 1976 a 1979, fui o primeiro diretor executivo da organização Cidadãos em favor de Impostos Limitados, a filial em Massachusetts do movimento nacional de revolta contra os impostos. Fui diretor executivo da Fundação da Segunda Emenda por dois anos, e colunista do jornal Boston Herald por quase duas décadas (1983-2002). Estou atualmente lutando a guerra em muitas frentes, inclusive como escritor independente e diretor de comunicações do Congresso Mundial de Famílias.
Contudo, só comecei a compreender o conservadorismo depois de ler os livros “The Conservative Mind” (A Mente Conservadora), de Russell Kirk, e “Witness” (A Testemunha), de Whittaker Chambers, no final da década de 1970. Conforme explicou Kirk, diferente do liberalismo (que se transformou em esquerdismo), o conservadorismo não é um dogma, mas uma filosofia prática baseada num conjunto de princípios.
* Um conservador defende o governo constitucional. Ao interpretar a Constituição, ele crê na intenção original dos fundadores dos EUA, e abomina juízes que usam a Constituição como desculpa para remodelar a sociedade. O conservador crê que a Constituição dos EUA é o melhor método já idealizado para governar um povo livre. Ele também compreende que o espírito da Constituição tem como base a grandeza da civilização ocidental — que a Constituição é baseada nas experiências políticas da humanidade durante mais de dois milênios, começando de Jerusalém e passando por Atenas, Roma e Londres. Essas são as lições que a História pede que aprendamos.
* Um conservador sabe que a civilização ocidental tem como fundamento a fé. Tentar divorciar o conservadorismo da Bíblia é como tentar respirar sem ar.
* Um conservador compreende que cada geração não confronta um mundo criado de novo, mas em vez disso o mesmo velho mundo vestido nos modismos da hora. Excetuando os progressos tecnológicos e a rotação da sociedade de uma moda à outra, o mundo não muda, pois a humanidade não muda. A sabedoria de nossos ancestrais é o melhor guia para os que estão confusos.
* Um conservador celebra os EUA — sua história, herança e heróis. Ele é um patriota, não um nacionalista. Nacionalismo é lealdade cega que muitas vezes acaba em extremismo. O patriotismo é uma opinião consciente. Para os americanos, é reconhecer nossa grandeza nacional — que durante os 234 anos passados, os EUA têm sido um refúgio para seu povo e uma bênção para a humanidade.
* Um conservador defende nossa soberania, nossa língua e nossa cultura. Isso faz dele um defensor da segurança nas fronteiras e da língua inglesa, e um oponente do multiculturalismo, bilingüismo e políticas de identidade.
* O conservadorismo tem três colunas de sustentação — fé, família e liberdade. Tire qualquer uma e a estrutura se desmorona. A fé legitima a família ao baseá-la na eternidade. A família ensina as lições morais que possibilitam uma sociedade livre. Combinada com integridade moral, a liberdade cria o clima em que a fé e a família poderão florescer.
* O conservador não é um escapista, que evita enfrentar a situações desconfortáveis ou difíceis. Ele entende que há forças poderosas atuando no mundo — forças que desprezam o modo de vida americano e querem destruí-lo. Entre as maiores glórias dos EUA está que os EUA confrontaram e venceram tais ameaças duas vezes no século XX — ao vencerem o nazismo na 2ª Guerra Mundial e o comunismo na Guerra Fria. Agora, a ameaça é um islamismo expansionista cujas armas são o terrorismo e a subversão. O conservador entende que manter os EUA livres exige vigilância e sacrifício.
* Um conservador crê que a cultura é importante — que os meios de comunicação (notícia e entretenimento) e a educação informam as percepções, principalmente dos jovens. Quem controla a cultura controla o futuro. A grande tragédia dos séculos XX e XXI é que, embora a direita tenha ganhado vitórias políticas, a esquerda ganhou vitórias culturais que raramente dá para se reverter — se é que isso é possível.
* Um conservador crê na sociedade moralmente integra tanto quanto na sociedade livre — que sem integridade moral, os EUA não conseguirão permanecer firmes. Os fundadores dos EUA criam que as pessoas que são escravas de suas paixões carnais não demorarão em se tornar escravas dos outros.
* Um conservador despreza a veneração à igualdade, que sustenta que tudo é tão bom quanto tudo o mais (com a exceção dos brancos do sexo masculino) — que nenhum código moral, estilo de vida, sistema econômico ou político ou religião é melhor do que qualquer outra. Dá para se ver a estupidez dessa doutrina quando apresentamos as seguintes perguntas aos seus adeptos: Onde é que você preferiria passar os próximos cinco anos de sua vida — num arranha-céu de Manhattan, numa aldeia de Ruanda, num barraco em Gaza ou num campo de trabalhos forçados na Coreia do Norte? Quem você gostaria de ter como vizinho: um judeu religioso, um católico tradicional, um evangélico conservador, um satanista ou um muçulmano xiita?
* Um conservador confronta a realidade. Ele vê o mundo não como ele deseja que fosse, mas como é. Isso o diferencia do liberal/esquerdista e do libertário. A esquerda confronta a realidade do jeito que Neville Chamberlain confrontou Hitler em Munique, do jeito que Jimmy Carter confrontou o imperialismo soviético durante sua presidência lamentável e do jeito que Barack Obama confronta o desemprego elevado e os mega-déficits. Os escapistas agem como o avestruz: pegam a cabeça e enfiam na areia.
Com a exceção de algumas palestras magníficas de gente como Ann Coulter, Jim DeMint e Glenn Beck, a realidade não foi bem vinda na Conferência de Ação Política Conservadora de 2010. Anualmente, aumenta o número de pessoas que vão à conferência da CAPC, a União Conservadora Americana se beneficia do lucrativo negócio e o significado de tudo vai se perdendo cada vez mais. Não seria tão ruim se mudassem o nome para Conferência de Ação Libertária, Isolacionista, Islâmica e Homoerótica e Dia de Agradecimento ao Ativista Homossexual Harvey Milk.
Don Feder era colunista do jornal Boston Herald e agora é consultor na área de política e comunicação. Ele também mantém seu próprio site: www.donfeder.com
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Coisas que você pode fazer a partir daqui:

Posted via email from Blog do Lucas

SERÁ QUE SOU CONSERVADOR??? VEJA AQUI AS DIFERENÇAS

Vamos começar explicando o que não é um conservador:
* Um conservador não é um libertário. Um conservador valoriza a liberdade (liberdade individual); um libertário presta culto a ela como se fosse uma divindade. O único valor político que o libertário reconhece é a liberdade. O libertário é o utopista da direita. A utopia da esquerda é um governo que inclui tudo. A utopia do libertário é um governo que não existe — ou quase isso. A esquerda crê que as pessoas são anjos corrompidos pelo capitalismo. O libertário crê que as pessoas são anjos corrompidos pelo Estado. O conservador crê que os seres humanos são imperfeitos — daí, são corruptíveis.
* Um conservador não é um embriagado de direitos. Ele crê em direitos sob o equilíbrio de responsabilidades. Ele sabe que o conceito de direitos sofre muitos abusos — por exemplo, o direito de uma mulher matar seu bebê em gestação, o direito de homossexuais servirem assumidamente nas forças armadas. Quando foi que o serviço militar se tornou um direito, em vez de um dever? Um cidadão idoso tem o direito de se alistar nos fuzileiros navais?
* Os conservadores e esquerdistas crêem em direitos, mas aplicam esse conceito de forma diferente. Os conservadores querem que você tenha o direito de criar e educar seus filhos, cuidar de seu negócio, expressar suas opiniões e dispor da maior parte de sua renda. A esquerda quer lhe dar o direito de cometer suicídio, usar drogas (o que na essência é a mesma coisa) e pegar uma doença de uma prostituta. Os direitos defendidos pelos conservadores apelam de forma absoluta para a maior parte da população. Os valores defendidos pelos esquerdistas apelam de modo geral para os viciados, os Tiger Woods e aqueles que estão em busca de uma escapatória da própria existência.
* Um conservador não é reflexivamente anti-governo — ele não odeia o governo. Um conservador crê que o governo é necessário. Limitado às suas devidas funções, o governo não é um mal necessário, mas um bem inegável. Quem dirá que foi errado o governo federal lutar para libertar os escravos — ou que foi errado os EUA destruírem a Alemanha nazista e acabarem com o Holocausto? Somente quando ultrapassa suas devidas funções, o governo se torna aquilo que foi criado para coibir — assassinato, roubo e outras formas de agressão.
* No entanto, um conservador é cético com relação ao governo em sua formação atual. Quando uma república se torna um regime — quando confisca 40% dos ganhos da nação, quando regulamenta os empreendimentos comerciais ao mínimo detalhe, quando estatiza indústrias inteiras com a desculpa de salvá-las, quando aleija a produtividade para deter um mito (aquecimento global), quando hipoteca o futuro para comprar votos no presente, quando a redistribuição de riquezas substitui os valores originais dos EUA?
* Um conservador não diz: “Sou conservador nas questões econômicas, mas nas questões sociais sou moderado”. Um conservador aplica princípios fundamentais de forma coerente. Ele entende que um político que não quer defender os bebês em gestação, o casamento ou a família acabará traindo o livre mercado e o governo limitado também — daí, esse é o motivo por que o senador Arlen Specter abandonou o Partido Republicano e passou para o Partido Democrata.
* Um conservador não presta culto aos indicadores da Bolsa de Valores. Ele compreende que a liberdade e o livre mercado dependem de um alicerce moral — que não dá para se sustentar uma economia saudável sem famílias saudáveis.
* Um conservador não é nem isolacionista nem intervencionista. Ele não anseia aventuras militares nem evita ações militares limitadas hoje para prevenir uma guerra de escala total no futuro. Um conservador crê no uso de força militar quando necessário, em busca dos justos interesses nacionais dos EUA.
* Um conservador não é John McCain, que traiu a direita regularmente durante 20 anos para ganhar os aplausos da grande imprensa, que o honrava com o elogio de “político independente”. Outros que também não são conservadores são Pat Buchanan (que acha que o Terceiro Reich foi mal entendido), Ron Paul, Newt Gingrich (que crê que um conservador tem de ter fé cega e aprovar automaticamente toda besteira que o Partido Republicano oferece para cargos públicos), o falecido William F. Buckley Jr. (que se escondeu atrás de um labirinto de afirmações a fim de evitar assumir posições que pudessem indispô-lo com seus amigos da elite) e David Brooks (o conservador criado na estufa do jornal esquerdista The New York Times) cujas colunas sobre Obama durante a campanha de 2008 pareciam anotações de flerte de uma fã na época do cio.
Ao explicar o autêntico conservadorismo, minha experiência é de certa forma mais ampla e profunda do que da maioria dos apresentadores de programas de entrevistas ou palestrantes da CAPC.
Uni-me a um grupo de estudantes que faziam campanha eleitoral para o candidato presidencial Goldwater em 1963. Fui líder da organização Jovens Americanos pela Liberdade quando era a única oposição eficaz contra a Nova Esquerda, um movimento político radical ativo nas universidades. De 1966 a 1972, lutei contra infames selvagens na Universidade de Boston.
De 1976 a 1979, fui o primeiro diretor executivo da organização Cidadãos em favor de Impostos Limitados, a filial em Massachusetts do movimento nacional de revolta contra os impostos. Fui diretor executivo da Fundação da Segunda Emenda por dois anos, e colunista do jornal Boston Herald por quase duas décadas (1983-2002). Estou atualmente lutando a guerra em muitas frentes, inclusive como escritor independente e diretor de comunicações do Congresso Mundial de Famílias.
Contudo, só comecei a compreender o conservadorismo depois de ler os livros “The Conservative Mind” (A Mente Conservadora), de Russell Kirk, e “Witness” (A Testemunha), de Whittaker Chambers, no final da década de 1970. Conforme explicou Kirk, diferente do liberalismo (que se transformou em esquerdismo), o conservadorismo não é um dogma, mas uma filosofia prática baseada num conjunto de princípios.
* Um conservador defende o governo constitucional. Ao interpretar a Constituição, ele crê na intenção original dos fundadores dos EUA, e abomina juízes que usam a Constituição como desculpa para remodelar a sociedade. O conservador crê que a Constituição dos EUA é o melhor método já idealizado para governar um povo livre. Ele também compreende que o espírito da Constituição tem como base a grandeza da civilização ocidental — que a Constituição é baseada nas experiências políticas da humanidade durante mais de dois milênios, começando de Jerusalém e passando por Atenas, Roma e Londres. Essas são as lições que a História pede que aprendamos.
* Um conservador sabe que a civilização ocidental tem como fundamento a fé. Tentar divorciar o conservadorismo da Bíblia é como tentar respirar sem ar.
* Um conservador compreende que cada geração não confronta um mundo criado de novo, mas em vez disso o mesmo velho mundo vestido nos modismos da hora. Excetuando os progressos tecnológicos e a rotação da sociedade de uma moda à outra, o mundo não muda, pois a humanidade não muda. A sabedoria de nossos ancestrais é o melhor guia para os que estão confusos.
* Um conservador celebra os EUA — sua história, herança e heróis. Ele é um patriota, não um nacionalista. Nacionalismo é lealdade cega que muitas vezes acaba em extremismo. O patriotismo é uma opinião consciente. Para os americanos, é reconhecer nossa grandeza nacional — que durante os 234 anos passados, os EUA têm sido um refúgio para seu povo e uma bênção para a humanidade.
* Um conservador defende nossa soberania, nossa língua e nossa cultura. Isso faz dele um defensor da segurança nas fronteiras e da língua inglesa, e um oponente do multiculturalismo, bilingüismo e políticas de identidade.
* O conservadorismo tem três colunas de sustentação — fé, família e liberdade. Tire qualquer uma e a estrutura se desmorona. A fé legitima a família ao baseá-la na eternidade. A família ensina as lições morais que possibilitam uma sociedade livre. Combinada com integridade moral, a liberdade cria o clima em que a fé e a família poderão florescer.
* O conservador não é um escapista, que evita enfrentar a situações desconfortáveis ou difíceis. Ele entende que há forças poderosas atuando no mundo — forças que desprezam o modo de vida americano e querem destruí-lo. Entre as maiores glórias dos EUA está que os EUA confrontaram e venceram tais ameaças duas vezes no século XX — ao vencerem o nazismo na 2ª Guerra Mundial e o comunismo na Guerra Fria. Agora, a ameaça é um islamismo expansionista cujas armas são o terrorismo e a subversão. O conservador entende que manter os EUA livres exige vigilância e sacrifício.
* Um conservador crê que a cultura é importante — que os meios de comunicação (notícia e entretenimento) e a educação informam as percepções, principalmente dos jovens. Quem controla a cultura controla o futuro. A grande tragédia dos séculos XX e XXI é que, embora a direita tenha ganhado vitórias políticas, a esquerda ganhou vitórias culturais que raramente dá para se reverter — se é que isso é possível.
* Um conservador crê na sociedade moralmente integra tanto quanto na sociedade livre — que sem integridade moral, os EUA não conseguirão permanecer firmes. Os fundadores dos EUA criam que as pessoas que são escravas de suas paixões carnais não demorarão em se tornar escravas dos outros.
* Um conservador despreza a veneração à igualdade, que sustenta que tudo é tão bom quanto tudo o mais (com a exceção dos brancos do sexo masculino) — que nenhum código moral, estilo de vida, sistema econômico ou político ou religião é melhor do que qualquer outra. Dá para se ver a estupidez dessa doutrina quando apresentamos as seguintes perguntas aos seus adeptos: Onde é que você preferiria passar os próximos cinco anos de sua vida — num arranha-céu de Manhattan, numa aldeia de Ruanda, num barraco em Gaza ou num campo de trabalhos forçados na Coreia do Norte? Quem você gostaria de ter como vizinho: um judeu religioso, um católico tradicional, um evangélico conservador, um satanista ou um muçulmano xiita?
* Um conservador confronta a realidade. Ele vê o mundo não como ele deseja que fosse, mas como é. Isso o diferencia do liberal/esquerdista e do libertário. A esquerda confronta a realidade do jeito que Neville Chamberlain confrontou Hitler em Munique, do jeito que Jimmy Carter confrontou o imperialismo soviético durante sua presidência lamentável e do jeito que Barack Obama confronta o desemprego elevado e os mega-déficits. Os escapistas agem como o avestruz: pegam a cabeça e enfiam na areia.

Posted via email from Blog do Lucas

Participe do Domingo da Igreja Perseguida!

Hillary Clinton orienta o Brasil a considerar legalizar o aborto

Enviado para você por Lucas Santos através do Google Reader:

via Julio Severo de noreply@blogger.com (Julio Severo) em 16/03/10

Hillary Clinton orienta o Brasil a considerar legalizar o aborto

Repete afirmação sem base acerca de visita a hospital brasileiro

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina
SÃO PAULO, Brasil, 4 de março de 2010 (Notícias Pró-Família) — Hillary Clinton orientou os brasileiros ontem a considerar a legalização do aborto numa entrevista na Universidade Zumbi dos Palmares, em São Paulo. A entrevista foi transmitida via televisão para todos os EUA.
Em resposta a uma pergunta sobre a proibição do aborto no Brasil, apresentada por um dos estudantes, Clinton respondeu dizendo que legalizar o aborto “é algo que precisa ser atentamente analisado por causa do grande efeito que tem nos números de crianças que as mulheres pobres têm que não poderão educar, alimentar de forma apropriada, cuidar, o grande número de mulheres mortas que os abortos ilegais provocam e o problema de mulheres sendo proibidas de exercer tal fundamental direito pessoal”.
O aborto no Brasil é ilegal exceto em caso de estupro. Mais de dois terços dos brasileiros apóiam as leis de seu país proibindo a matança de bebês em gestação, um número que subiu em recentes anos.
A Secretaria de Estado também repetiu uma afirmação polêmica que ela havia feito no ano passado em audiências parlamentares com relação a uma visita que ela supostamente fez a um hospital brasileiro em que as mulheres estavam morrendo de abortos ilegais mal feitos.
“Visitei um hospital aqui no Brasil na década de 1990, e nunca me esquecerei de um dos médicos me dizendo que esse hospital que visitei era um hospital que tinha os melhores sentimentos e os piores sentimentos”, disse Clinton. “E eu disse: ‘O que você quer dizer?’ Ele respondeu: ‘Metade do hospital são mulheres tendo bebês, e elas estão muito felizes. E metade do hospital são mulheres que estão sofrendo de abortos ilegais, e elas estão muito tristes’. Nunca me esquecerei disso”.
As palavras usadas por Clinton foram quase idênticas às que ela proferiu numa audiência na Comissão Parlamentar de Assuntos Externos em abril de 2009, quando ela disse: “Estive em hospitais brasileiros onde metade das mulheres estava com alegria e entusiasmo recebendo seus bebês, e a outra metade estava lutando para sobreviver a abortos mal feitos”.
No entanto, quando questionada pelo jornal National Catholic Register depois da audiência, o Departamento de Estado confessou que não tinha como provar o que Clinton havia dito.
A porta-voz Laura Tischler disse para o Register que ela “estava sem condições de confirmar onde ou quando havia ocorrido a visita mencionada por Clinton em seu testemunho — onde especificamente no Brasil ela estava visitando ou quando a visita havia ocorrido”.
Links relacionados:
Hillary Clinton’s Remarks at Zumbi dos Palmares University, March 3, 2010
Cobertura anterior de LifeSiteNews:
Secretary Clinton Fails to Substantiate Claimed Brazil Hospital Visit with Victims of Botched Abortions
More than Two-Thirds of Brazilians are Against the Legalization of Abortion
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/mar/10030417.html
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

Coisas que você pode fazer a partir daqui:

Posted via email from Blog do Lucas

Deus nos fortalece para abençoarmos outros

16 de março de 2010 _
relacionamento@portasabertas.org.br
www.portasabertas.org.br


"Que o próprio Senhor Jesus Cristo e Deus nosso Pai, que nos amou e nos deu eterna consolação e boa esperança pela graça, deem ânimo ao coração de vocês e os fortaleçam para fazerem sempre o bem, tanto em atos como em palavras."
2 Tessalonicenses 2.16-17

A Palavra nos deixa muito claro que tudo é do Senhor – tudo é por Ele, para Ele, e dele. É por isso que a oração de Paulo nesse versículo é para que o próprio Deus e o Senhor Jesus Cristo, que já nos deram consolação, graça, amor e esperança, nos fortaleçam para abençoarmos outras pessoas. É curioso pensarmos que precisamos de força para fazer o bem até através de PALAVRAS. Muitas vezes nos sentimos fracos até para pensarmos em algo, quanto mais para abençoarmos outros com ações e palavras. Mas você pode fazer isso, porque quem te dá forças é o Senhor. Ele te fortalece para abençoar outras pessoas! Nosso Deus é maravilhoso! Se apoie nessa Palavra e coloque sua força em prática!

Deborah Stafussi
Editora

Destaque na semana:

Participe do Domingo da Igreja Perseguida!
BRASIL - Um dos eventos para despertar nas igrejas brasileiras a lembrança dos irmãos perseguidos é o DIP - Domingo da Igreja Perseguida - que foi criado pelo Irmão André, fundador da Portas Abertas, há 20 anos...

Pastor iraniano é torturado por "converter muçulmanos"
IRÃ (2º) - Um pastor assírio, acusado pelo governo iraniano de “converter muçulmanos”, está sendo torturado na prisão e ameaçado de morte...


VAMOS ORAR
INDONÉSIA (48º)
- O evangelista Aji tem alcançado muçulmanos desde 1994. Ele vai a lugares hostis ao evangelho e, por isso, arrisca a própria vida. O último interrogatório pelo qual passou foi em 2004, e as agressões que sofreu enquanto era indagado o deixaram com o joelho inchado por duas semanas. O ministério de Aji continua apesar disso. Portanto, interceda por esse corajoso ministro do evangelho.

Siga-nos no Twitter!

Agora, a Missão Portas Abertas tem Twitter! Siga @mportasabertas e leia mais informações sobre a Igreja Perseguida, pedidos de oração, informações sobre a base aqui no Brasil, agenda e muito mais!

 
.

 

 

 

 

 

 


 

 

 

CAMPANHA

Ao doar R$65,00, você recebe de presente o livro Lágrimas e sorrisos

YOUTUBE __ | __ BLOG __ | __ RSS __ | __TWITTER


Posted via email from Blog do Lucas

Obama quer nova entidade da ONU dedicada ao feminismo radical

Enviado para você por Lucas Santos através do Google Reader:

via Julio Severo de noreply@blogger.com (Julio Severo) em 15/03/10

Obama quer nova entidade da ONU dedicada ao feminismo radical

3 de março de 2010 (Notícias Pró-Família) — O governo de Obama endossou uma proposta para criar um novo órgão da ONU dedicado a reestruturar as relações entre os sexos de acordo com as metas do feminismo radical. A nova super-organização tem o apoio de um consórcio de grupos feministas chamado Campanha de Reforma da Arquitetura da Igualdade de Gênero (CRAIG).
A medida surpresa veio no fim da terça-feira na reunião da Comissão da ONU sobre a Condição das Mulheres, atualmente em andamento em Nova Iorque. O governo de Obama e a União Européia imediatamente apoiaram a proposta de criar uma nova super-organização da ONU, que assim parece ter uma boa chance de ser aprovada.
As feministas radicais há muito tempo estão descontentes com a confusão de secretarias e comissões relativamente de baixos escalões que existem na ONU para avançar sua agenda. A nova organização uniria quatro entidades existentes — a Secretaria do Consultor Especial sobre Questões de Gênero e Avanço das Mulheres, a Divisão para o Avanço das Mulheres, o Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para as Mulheres e o Instituto de Pesquisa e Treinamento Internacional da ONU para o Avanço das Mulheres — numa super-organização. A Divisão para o Avanço das Mulheres, de forma especial, tem um mandato da ONU que então estaria a serviço da nova burocracia. Para dar à organização ainda mais poder político, um subsecretário geral, que prestaria contas diretamente ao Secretário-Geral da ONU, seria seu diretor.
A proposta, que está em rascunho, exorta que a organização seja estabelecida antes do final da atual sessão da Assembleia Geral, e que seja dedicada à “igualdade de gênero” e ao “aumento de poderes das mulheres”. No passado, tais palavras códigos foram usadas para justificar tais ações como repreender a Bielorússia por celebrar o Dia das Mães porque essa celebração “reforça os estereótipos tradicionais das mulheres”. Até mesmo a esquerdista Dinamarca foi punida por ter um número muito pequeno de generais do sexo feminino nas forças armadas. Os apoiadores da nova organização da ONU de forma reveladora se referem a ela como “Arquitetura de Gênero”, ou CRAIG.
As feministas radicais crêem que tal super-organização lhes daria acesso tanto ao dinheiro e ao poder de que elas precisam para avançar sua agenda. “Precisamos de dinheiro, precisamos de um bilhão de dólares para que isso seja eficaz em nível de solo”, diz Charlotte Bunch, representante de CRAIG. Bunch observou que esse primeiro bilhão de dólares seria apenas para dar a arrancada, só o que seria necessário para fazer a organização decolar.
“O movimento pró-vida e pró-família tem de se opor de forma absoluta à criação de uma super-organização da ONU dedicada às radicais metas feministas, que minam o casamento, enfraquecem a família e assim colocam em perigo crianças antes e depois de seu nascimento”, disse Steven Mosher, presidente do Instituto de Pesquisa Populacional.
“O que está sendo proposto é uma organização muito poderosa com mandato mundial para reestruturar as relações entre os sexos. Se o passado é um indicador, será usado para impor o estilo de vida das feministas de Manhattan e Hollywood sobre os países e culturas centrados na família. É imperialismo cultural em sua pior forma”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/mar/10030308.html
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

Coisas que você pode fazer a partir daqui:

Posted via email from Blog do Lucas

Arquivo do blog